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Segurança

Um policial a cavalo pode equivaler de sete a dez policiais que atuariam a pé, diz comandante

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

Pelotão Hipo da Brigada Militar de Passo Fundo é uma das três cavalarias mantidas pela corporação no Estado. Além De Passo Fundo, apenas Porto Alegre, Santa Maria e Santana do Livramento mantém os pelotões. Em entrevista na Uirapuru o comandante do Pelotão Hipo, tenente Evandro Carlos, explicou que houve uma reestruturação em relação as cavalarias do Estado e Passo Fundo ficou responsável por toda a área do Comando Regional do Policiamento Ostensivo do Planalto e (CRPO Planalto) mais a região do noroeste.

De acordo com o tenente os índices de furtos em praças, onde foi aplicado o policiamento ostensivo, reduziu consideravelmente. O tenente explicou também que em casos de grandes eventos, onde movimentam um grande público na cidade, o policiamento a cavalo é o mais eficaz. De acordo com Evandro Carlos, são 12 policiais que atuam entre as atividades administrativas e o policiamento ostensivo. Disse ainda que existe uma reserva de cavalarianos que estão em setores administrativos do quartel, e é possível recrutar esses cavalarianos e montar dois Grupos de Policiais Militares (GPM) para fazer frente a qualquer atividade de clamor público.

Frisou que um policial a cavalo pode equivaler de sete a dez homens que atuariam a pé. E afirmou que esse fator contribui muito nas operações onde pode haver um conflito. Sobre a proteção dos animais, o tenente explicou que os cavalos usam uma viseira de proteção e um peitoral que protege a parte mais vulnerável do cavalo.

Ouça a entrevista com o comandante do Pelotão Hipo, tenente Evandro Carlos: