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Ajudar o colega de trabalho não gera concorrência e sim admiração

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
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Você será sempre lembrado pela grande maioria daqueles que você se dispôs a ajudar e a ensinar. E isso faz um bem enorme.

Em meio a uma crise econômica, em geral, passamos a temer a perda de nosso emprego.

A vida está cada vez mais cara, nosso poder de compra é diminuto, ou seja, não poder contar com um salário no final do mês é um pesadelo.

Com isso, os ambientes de trabalho tornam-se menos saudáveis, uma vez que todos se veem como concorrentes em potencial.

Nesse contexto, muitos ficam atentos ao próprio trabalho e aos dos outros, com medo de que esteja sendo menos proveitoso, menos competente, menos elogiado e notado pelo superior.

E assim não é possível haver interação afetiva verdadeira entre as pessoas que ali trabalham, as quais são tidas como não-amigas, concorrentes, possíveis puxa-tapetes e, portanto, melhor se manterem distantes uns dos outros.

Logicamente, em qualquer serviço, existem pessoas mal intencionadas, falsas, perigosas e fofoqueiras, que sempre estão à procura de derrubar alguém.

Mas isso ocorre em todos os setores da vida, desde o mercado de trabalho, até mesmo nas conversas de bar.

Não podemos é, por conta disso, negar compartilhar conhecimento com nossos colegas de trabalho. Na maioria das vezes, as pessoas são gratas com quem lhes ajuda, as pessoas crescem, desenvolvem-se e melhoram, jamais se esquecendo de quem as ajudou nesse percurso. Você será sempre lembrado pela grande maioria daqueles que você se dispôs a ajudar e a ensinar. E isso faz um bem enorme.

Precisamos nos conscientizar de que pode haver alguém que acabe ocupando o nosso emprego e isso não significa que somos derrotados.

APENAS CONTINUE COMPARTILHANDO E ENSINANDO, ONDE ESTIVER.

A vida e as pessoas têm um jeito especial de retribuir pelas coisas boas que espalhamos por aí.

*Prof. Marcel Camargo

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