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Geral

Sem Segredo: maioria dos ouvintes mudaria a forma de viver se pudesse voltar no tempo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

O Dia dos Finados foi um feriado religioso, dedicado a orações e homenagens aos que já se foram. Um momento de lembrar entes queridos e refletir sobre a comunhão com Deus, agora e sempre. A data foi instituída no século XIII pela Igreja Católica por suceder o Dia de Todos os Santos, comemorado em 1º de novembro. A morte, para o catolicismo, representa a passagem da vida humana para a vida eterna com Deus. Mas o culto aos mortos não é uma exclusividade do catolicismo, já que quase todas as religiões contam com um dia específico dedicado à memória dos mortos.

Dia de finados é dia de lembrar e homenagear os que já partiram. Mas também é mais um dia de vida que segue e de que forma? Do mesmo jeito de sempre? Por isso o Sem Segredo do último sábado (02) perguntou: se você tivesse que voltar no tempo, mudaria sua forma de viver? Participaram do programa o médico e escritor Ronaldo André Poerschke, o doutor em psicologia, coordenador e professor do mestrado em psicologia da IMED, Vinicius Thomé Ferreira e a espírita Nair Almeida.

Para a maioria dos ouvintes, os erros cometidos fazem parte da vida, porém mudariam algo se pudessem voltar ao passado.

Os convidados, de maneira geral, destacaram a importância de viver o presente e ressignificar erros cometidos ou situações difíceis do passado. O psicólogo e professor Vinícius Thomé lembrou que a condição atual de cada pessoa é resultado da soma de todos os acontecimentos e escolhas de vida.

A espírita Nair Almeida chamou a atenção para o fato de que tudo está em constante mudança. Lembrou que, se a reconciliação não foi possível durante a vida, que isso seja feito em memória a pessoa que já não está mais no mundo físico, mas presente no mundo espiritual.

Para o médico e escritor Ronaldo André Poerschke é importante que saber fazer as escolhas profissionais e ter alguma atividade prazerosa fora da rotina do trabalho. Também destacou que as novas gerações estão mais atualizadas em relação as anteriores e a troca de experiência é fundamental.